iPhone 4S em Portugal a partir de 629 euros

Já é conhecido o preço do iPhone 4S em Portugal. A Apple vende-o desbloqueado a partir de 629 euros (versão 16GB).

RYNO: Moto eléctrica de uma roda

Tem um sistema de equilíbrio semelhante à Segway e promete competir com a Vespa e as scooters eléctricas.

DeLorean regressa ao futuro

Um novo modelo DeLorean vai sair da linha de montagem na Irlanda do Norte. Agora, eléctrico.

Veículos eléctricos livres de impostos em 2012

Os veículos exclusivamente eléctricos continuam isentos do imposto sobre veículos (ISV) em 2012.

Carro eléctrico: Preços em Portugal

Preços dos veículos eléctricos em comercialização em Portugal.

STAY HUNGRY, STAY FOOLISH!

Vídeo legendado e transcrição do discurso de 2005 de Steve Jobs em Stanford.

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Veículos eléctricos livres de impostos em 2012

Os veículos exclusivamente eléctricos continuam isentos do imposto sobre veículos (ISV), decidiu o Governo de Pedro Passos Coelho.

Green industries will enjoy 'explosive' decade

From the LA Times: What a difference a decade makes. Once shunned as an industry only a tree-hugger could love, clean-tech has blossomed into an economic heavyweight, according to a report from research firm Clean Edge Inc. (click to download the report)

Friedman defende fim da petrodependência

Thomas Friedman: O que está a acontecer hoje no mundo árabe é a mãe de todos os toques a rebate. E o que diz a voz por trás do sino é claro como água: "EUA, vocês construíram a vossa casa no sopé de um vulcão. O vulcão está a lançar lava em todas as direcções e tudo indica que está prestes a explodir. Saiam daqui!" Neste caso, "saiam daqui" significa "ponham fim à vossa dependência do petróleo".

Duvido que alguém esteja a torcer mais que eu pela vitória dos movimentos democráticos no mundo árabe. Mas mesmo que as coisas corram bem, o percurso será longo e tortuoso. O melhor que podíamos fazer neste momento era lançar um imposto de 25 cêntimos (cerca de 20 cêntimos de euro), num processo faseado a começar com 5 cêntimos por mês em 2012 e usar este dinheiro para amortizar o défice.

Aprovar legislação que imponha um aumento futuro de combustíveis produz efeito de imediato, observa o economista de Princeton Alan Blinder. O efeito sobre o investimento e a aquisição de combustíveis é muito anterior ao aumento efectivo do preço. Com uma pequena taxa sobre a gasolina podemos reforçar a nossa segurança económica e estratégica, ajudar a vender mais carros eléctricos e contribuir activamente para a generalização dos valores democráticos no Médio Oriente, livres de preocupações quanto aos nossos interesses petrolíferos. Sim, teríamos de pagar mais pelos combustíveis - mas seja como for eles vão aumentar; o melhor é ficarmos com parte do aumento para nós.

Já estava na altura. Ao longo dos últimos 50 anos, os EUA (bem como a Europa e a Ásia) trataram o Médio Oriente como se não passasse de uma série gigantesca de bombas de gasolina: Arábia Saudita, Irão, Kuwait, Bahrein, Egipto, Líbia, Iraque, Emirados Árabes, e por aí fora. A nossa mensagem à região sempre foi a mesma: "O negócio é o seguinte: vocês mantêm as bombas a funcionar e os preços baixos e não precisam de se preocupar muito com os israelitas. Pelo que nos diz respeito, podem fazer o que vos apetecer. Podem privar os vossos povos de direitos civis, a corrupção é a que quiserem, a intolerância pregada nas mesquitas também, os vossos jornais podem atribuir ao Ocidente todos os projectos de conspiração que entenderem e as mulheres podem continuar analfabetas. Se quiserem também podem criar estados-providência sem capacidade de inovação e os vossos jovens não precisam de estudar. Desde que as bombas não parem de funcionar e vocês não se metam muito com os judeus, podem fazer tudo."

Foi esta atitude que permitiu que o mundo árabe se tivesse isolado do curso da história nos últimos 50 anos - ao longo dos quais foi governado pelos mesmos reis e ditadores. Pois bem, a história está de volta. A combinação da subida do preço dos alimentos com o desemprego em massa dos jovens e as redes sociais está a permitir que estes jovens se organizem contra os seus líderes e derrubem as barreiras do medo que mantinha estas cleptocracias.

Mas agora é melhor apertarmos os cintos de segurança. Não estamos a preparar-nos propriamente para um passeio, porque acabou de saltar a tampa a toda uma região com instituições frágeis, uma sociedade civil com pouco vigor e praticamente nenhuma tradição democrática ou cultura de inovação. O relatório das Nações Unidas para o Desenvolvimento Árabe de 2002 avisava quanto a tudo isto, embora a Liga Árabe se tenha assegurado de que este relatório era ignorado no mundo árabe e esquecido no Ocidente. No entanto, este documento - compilado por vários intelectuais árabes dirigidos por Nader Fergany, um especialista egípcio em estatística - foi profético. Merece ser relido à luz dos acontecimentos recentes para avaliarmos a dificuldade enfrentada pela transição democrática.

Segundo o relatório, o mundo árabe sofre com três graves défices - educacional, de liberdade e de independência das mulheres. Um resumo deste relatório no número do Outono de 2002 da "Middle East Quarterly" recordava os dados-chave: o PIB combinado de todo o mundo árabe era inferior ao de Espanha. Os gastos per capita com educação nos países árabes baixaram de 20% dos países industrializados nos anos 80 para 10% em meados dos anos 90. Se relacionarmos o número de artigos científicos com a população total, a média do mundo árabe por milhão de habitantes foi cerca de 2% da do mundo industrializado. Quando os dados foram reunidos, traduziam-se no mundo árabe 300 livros por ano, um 50 avos do que se traduz na Grécia. Em sete regiões do mundo, os países árabes obtiveram a classificação mais baixa da Freedom House no que dizia respeito a liberdade no fim dos anos 90. No início do século xxi havia no mundo árabe mais de 60 milhões de adultos analfabetos, sobretudo mulheres. Daqui a dez anos, o Iémen poderá ser o primeiro país do mundo a ficar sem água.

É esta a tão louvada "estabilidade" proporcionada por estes ditadores - a das sociedades paradas no tempo. O sucesso dos movimentos democráticos no Egipto e noutros países e a sua capacidade de se modernizarem seria excelente para eles, mas também para o resto do mundo. Temos de fazer o que for possível para os ajudar. Porém, ninguém deve ter ilusões sobre o regresso dos árabes à história. O processo será convulsivo. Vamos torcer por eles, sem nos intrometermos.

Artigo originalmente publicado no New York Times. Versão portuguesa publicada na edição de quinta-feira do i

VIDEO: How to charge your electric vehicle with home solar panels

Via EVPerspective / Los Angeles Times: Here's a video by LA Time's reporter Susan Carpenter on the equipment and costs involved with charging your electric car at home, using solar panels:

Who will struggle the most in 2011? Non-EV American drivers

A U.S.News & World Report article featured on Yahoo! Finance lists who will struggle the most in the aftermath of the recession in the US. Among the 15 million unemployed Americans, Government employees and homeowners, American gas guzzling car drivers are listed as one of the groups that will suffer the most in the following 12 months. Here’s why:

Gas prices have been drifting upward to nearly $3 per gallon, from about $2.62 a year ago. And energy analysts expect them to stay there or go higher in 2011, thanks to oil prices that are approaching $100 per barrel. And that's happening in a fairly soft global economy that has curtailed demand for oil in many countries, which means there could be a price spike if growth turns out to be stronger than expected.

Back in 2008, when pump prices topped $4 per gallon, drivers reacted by driving less and downsizing their wheels. But for many, the lesson was short-lived: Lower-mileage trucks and SUVs have been making a comeback, thanks partly to discounts designed to move slow-selling merchandise. That could make buyer's remorse a surprise theme of 2011.

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