iPhone 4S em Portugal a partir de 629 euros

Já é conhecido o preço do iPhone 4S em Portugal. A Apple vende-o desbloqueado a partir de 629 euros (versão 16GB).

RYNO: Moto eléctrica de uma roda

Tem um sistema de equilíbrio semelhante à Segway e promete competir com a Vespa e as scooters eléctricas.

DeLorean regressa ao futuro

Um novo modelo DeLorean vai sair da linha de montagem na Irlanda do Norte. Agora, eléctrico.

Veículos eléctricos livres de impostos em 2012

Os veículos exclusivamente eléctricos continuam isentos do imposto sobre veículos (ISV) em 2012.

Carro eléctrico: Preços em Portugal

Preços dos veículos eléctricos em comercialização em Portugal.

STAY HUNGRY, STAY FOOLISH!

Vídeo legendado e transcrição do discurso de 2005 de Steve Jobs em Stanford.

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Cinco sites de saúde credíveis

Como procurar informação médica credível na internet? A quantidade de sites sobre doenças nem sempre se traduz em qualidade e apenas multiplica receios e preconceitos junto do público.

«Como na maior parte das vezes os pacientes fazem a pesquisa por sintomas, muitas das vezes as pessoas começam a construir um diagnóstico emocional à volta da sua própria doença que os leva para caminhos dramáticos», explica o médico português Fernando Mendonça, entrevistado esta quarta-feira pela SIC.

«Por exemplo, se uma pessoa procurar a palavra 'tosse seca', pode ir para a um tumor no pulmão, e quando chega ao médico este tem de desmontar toda esta construção», acrescenta.

Esta confusão «torna a consulta um bocadinho mais complicada», admite. Tanto mais que «o tempo de consulta é cada vez mais curto e «os médicos não têm tempo de se explicar bem aos doentes».

É por isso necessário saber onde procurar informação clínica relevante. Fernando Mendonça apresentou uma lista de sites médicos credíveis onde os doentes podem aprender mais sobre sintomas e patologias:

Portal da Saúde - Ministério da Saúde (Portugal) - «Tem a desvantagem de ter muita informação institucional, mas contém uma enciclopédia da saúde», afirma o médico Fernando Mendonça. Aqui fica o link directo para a Enciclopédia da Saúde.

Infocancro - Sobre cancro e doenças oncológicas. Um site da farmacéutica Roche «muito bem estruturado», segundo o médico português. De consultar ainda o portal de saúde da Roche.

Sosbexiga.com - Um site sobre infecções urinárias administrado por médicos qualificados.

Respirasaude.com - Este site sobre doenças respiratórias «é um bom auxiliar até para o próprio médico», afirma o clínico português. Tanto o Respira Saúde como o SOS Bexiga foram criados pela farmacêutica OM Pharma.

Vodafone: iPhone 4S nas lojas a 11 de Novembro

UPDATE: Apple divulga preço do iPhone 4S em Portugal; TMN e Optimus juntam-se à Vodafone

A Vodafone Portugal vai iniciar a comercialização do iPhone 4S dia 11 de Novembro, sexta-feira. O iPhone 4S estará disponível nas versões de 16GB, 32GB e 64GB, em preto e em branco.

Já a partir desta terça-feira, 1 de Novembro, a Vodafone aceita reservas para o iPhone 4S. Para reservar o novo smartphone da Apple basta indicar o nome, e-mail, NIF e número de contacto em https://loja.vodafone.pt/homephone/iphone-4s.htm.

O novo smartphone da Apple é mais rápido e potente que o anterior, contando com um processador dual-core A5, câmara de 8MP e gravação de vídeo 1080p HD, acrescenta a Vodafone em comunicado.

A Vodafone ainda não revelou o preço do iPhone 4S. A Worten está a aceitar pré-reservas para o iPhone 4S a 1300 euros, um valor muito acima do indicado pela Apple.

Veículos eléctricos livres de impostos em 2012

Os veículos exclusivamente eléctricos continuam isentos do imposto sobre veículos (ISV), decidiu o Governo de Pedro Passos Coelho.

MOBI.E electric tour no Norte

A MOBI.E electric tour prossegue no norte de Portugal, com a demonstração das capacidades do Peugeot iOn e da rede nacional de postos de carregamento eléctrico esta quinta-feira, 5 de Maio, no Porto.

Mapa dos postos da rede MOBI.E

O blogue LX Sustentável disponibiliza um mapa interactivo da rede de postos de carregamento eléctrico da rede MOBI.E.

Lisboa acolhe conferência de mobilidade eléctrica

Portugal é hoje um dos países mais avançados na Mobilidade Eléctrica. A Conferência Mobilidade Eléctrica, que decorre dia 30 de Março, das 9h às 13h30 na Fundação Champalimaud, em Lisboa, é ponto de encontro dos principais agentes deste mercado, juntando utilizadores e gestores, empresas tecnológicas e de serviços, construtores de automóveis, consultores, empresas de energia e os operadores da rede MOBI.E.

Estudo: Portugueses querem carro eléctrico

O inquérito realizado pelo Jornal de Negócios, Inteli e CEIIA revela que mais de metade dos inquiridos já pondera adquirir um carro eléctrico. De um universo de pouco mais de duas mil pessoas, 55,4% mostra intenção de comprar um automóvel movido exclusivamente a energia eléctrica. Isto, apesar de 76,2% dos inquiridos considerar que ainda não existe informação suficiente sobre este tipo de veículos.

MOBI.E electric tour percorre Portugal

Depois de Lisboa, a Peugeot e a MOBI.E levam os veículos eléctricos e o sistema nacional de mobilidade ao resto do país. Durante os próximos dois meses, 25 cidades portuguesas que integram a fase piloto da rede para a mobilidade eléctrica, onde existem postos de carregamento das bateria, vão receber a visita de carros eléctricos para que as populações locais possam experienciar uma condução ecológica e silenciosa proporcionada por estes veículos inovadores.

VÍDEO: Eléctricos gastam menos de 2€ aos 100

SIC explica funcionamento dos veículos eléctricos e da rede Mobi.e, que até Junho disponibilizará em Portugal cerca de 1.300 postos de carregamento convencionais e cerca de 50 postos de carregamento rápido.

PSA pede incentivos para híbridos em Portugal

Rafael Prieto é director-geral da Peugeot numa zona que inclui Portugal, Espanha, Itália, Grécia e Turquia. Diz que as marcas automóveis vão ter de se reconverter rapidamente a novas tecnologias, perante a possibilidade de um novo choque petrolífero. E pede a Portugal que também incentive a aquisição de veículos híbridos, à semelhança do que sucede com os eléctricos:

Aposta eléctrica destaca Almada na Europa

Almada é uma das três cidades finalistas do prémio que anualmente distingue a participação "mais efectiva e inovadora" na Semana Europeia da Mobilidade. Riga, na Letónia, e Múrcia, em Espanha, são as outras candidatas ao título, que vai ser entregue a 14 de Março.

De acordo com o jornal PÚBLICO, citado pelo portal Mobi.e, "o júri que avaliou as candidaturas ao prémio destacou em relação a Almada o esforço na promoção de alternativas sustentáveis de mobilidade junto de diferentes públicos-alvo, bem como a impressionante variedade das medidas concretizadas a título definitivo".

Entre elas esteve o "lançamento do Flexibus (um serviço de transporte público em miniautocarros eléctricos), a instalação de pontos de carregamento de veículos eléctricos e a criação de uma passagem aérea ciclável e pedonal para ligar o campus universitário da Caparica ao pólo empresarial Madan Park", avança o jornal.


De Múrcia o júri destacou uma "mistura criativa de actividades para promover hábitos de transporte saudáveis e sustentáveis" e de Riga o "ambicioso programa de iniciativas". Gävle (Suécia), Budapeste (Hungria), Koprivnica (Croácia), Leão (Espanha), Copenhaga (Dinamarca), Nantes (França) e Ljubljana (Eslovénia) ganharam o prémio em anos anteriores.

Na nona edição da Semana Europeia da Mobilidade - que decorreu entre 16 a 22 de Setembro de 2010 - participaram 2221 vilas e cidades da Europa, do Brasil, Canadá, Equador, Argentina e Japão. Durante uma semana, promoveram actividades sob o tema Travel Smarter, Living Better, que em Portugal foi traduzido para ‘Viaje bem, viva melhor'.

Renault Twingo eléctrico chega em 2014

A Renault anunciou a construção de mais um carro eléctrico, o Twingo ZE. Segundo Jacques Bousquet, responsável da divisão italiana da marca francesa, o lançamento da versão eléctrica do Renault Twingo está previsto para o segundo semestre de 2014, noticia o portal Mobi.e, citando o portal Autohoje.

Jacques Bousquet afirmou ainda que o processo de criação deste que já é o quinto modelo eléctrico da marca francesa teve como grande contributo a aliança criada com a construtora alemã Daimler. Segundo o Autohoje, esta parceria "contempla a partilha de uma nova plataforma, que servirá o Twingo e um novo modelo de quatro lugares da Smart".

A adaptação eléctrica a modelos já existentes da marca parece ser uma aposta da Renault, uma vez que a juntar-se ao Twingo ZE estão já o Fluence ZE e a Kangoo Express ZE, modelos que integram a gama ZE da marca do losango.

Mas não tem sido só a Renault a seguir esta tendência, Ford e Smart também adaptaram modelos de combustão interna a versões eléctricas, com o Ford Focus Electric e o Smart Fortwo Electric Drive.

Espionagem na Renault: um falso alarme?

Do Wall Street Journal: Foi uma das alegações de espionagem industrial mais sensacionais já feitas na indústria automobilística mundial: em janeiro, a Renault SA acusou três executivos de vender segredos de tecnologia de carros elétricos.

Houve sugestões de que os compradores eram "os chineses". O ministro francês da Indústria, Eric Besson, disse que o roubo era equivalente a "uma guerra econômica". A Renault suspeitava que o dinheiro recebido estava guardado em contas bancárias na Suíça e em Liechtenstein.

Dois meses depois, a investigação está parecendo mais obra de comediantes. Há cada vez mais sinais de que a Renault apertou o gatilho rápido demais, de acordo com entrevistas com policiais, executivos, advogados e consultores externos. A montadora francesa encontrou poucas provas até agora, dizem essas pessoas.
[Ghosn] European Pressphoto Agency

O caso criou pressão sobre Carlos Ghosn. Segundo uma pessoa, a diretoria está dividida entre lados pró e contra ele

Por exemplo, a Renault não encontrou nenhuma conta bancária secreta ligada aos três executivos, segundo algumas dessas pessoas.

O caso contra os três executivos foi iniciado depois de uma carta anônima enviada em agosto a vários diretores da Renault sobre Michel Balthazard, diretor dos projetos de desenvolvimento da montadora e um de seus executivos mais respeitados. Mas o informante anônimo admitiu ter sérias dúvidas sobre suas próprias alegações.

"Vi Michel Balthazard negociar uma propina (...). Ao longo de várias semanas seu comportamento reforçou minha primeira impressão", escreveu o informante, segundo o advogado de Balthazard. A carta terminava num tom mais cheio de dúvidas: "Naturalmente, não tenho prova (...), mas se tudo isso estiver errado eu sou paranóico."

Balthazard e dois outros executivos foram demitidos quando a Renault decidiu fazer o que considerava controle de danos para o que é possivelmente seu negócio mais importante para o futuro — os carros elétricos. A Renault também entrou com queixa criminal num tribunal de Paris.

Todos os três executivos declararam repetida e veementemente sua inocência. "Depois de 30 anos, nenhum dos principais executivos mostrou nenhuma confiança em mim", disse Balthazard ao Wall Street Journal, acrescentando que ainda estava estupefato com as acusações contra ele.

Entre a série de perguntas sem resposta sobre a o caso está esta: quem enviou a carta anônima, e a quem os executivos acusados venderam os segredos empresariais?

Na Renault, executivos começaram a considerar a possibilidade de que podem ter sido enganados e agido rápido demais.
[Renault] Agence France-Presse/ Getty Images

Michel Balthazard diz estar ainda estupefato com as acusações contra ele

Numa entrevista ao jornal "Le Figaro" na semana passada, o diretor de operações da Renault, Patrick Pélata, disse que a empresa pode ter sido enganada e deu a entender que pediria demissão se a investigação em curso não provar nada. "Nós aceitaríamos as consequências até o nível mais alto na companhia, ou seja, eu", disse.

Pélata é amplamente considerado a face da Renault na França, mas a pressão está aumentando também sobre Carlos Ghosn, o franco-brasileiro que preside tanto a Renault quanto sua filiada japonesa Nissan Motor Co., dizem analistas.

A falta de provas conclusivas no caso deixou a diretoria da Renault dividida entre "lados pró-Ghosn e anti-Ghosn", segundo uma pessoa ligada ao conselho da montadora. "O ar está irrespirável na empresa. (...) Todo mundo suspeita que seu vizinho de escritório pode ser o informante secreto."

Uma porta-voz da Renault disse que as pessoas estavam um pouco nervosas na empresa, mas que não havia sinais de a equipe ficando "pró ou contra quem quer que seja".

Uma má condução da investigação pode ser constrangedora para o governo francês, que tem 15% da Renault. Na semana passada, a ministra francesa da Economia, Christine Lagarde, sugeriu que a investigação havia até o momento se mostrado inconclusiva e pediu que os principais executivos da Renault "arquem com as consequências" de qualquer equívoco da investigação.

Segundo o advogado de Balthazard, a carta anônima que motivou a investigação dizia em parte: "Não aguento ver gente que ganha bem roubar mais dinheiro, o que também acabará prejudicando a Renault e seus funcionários."
[Renault] Reuters

Bertrand Rochette, outro dos acusados, era assistente direto de Balthazard

O departamento de segurança interna da Renault lançou uma investigação e contratou o ex-militar francês Michel Luc, que trabalhava para uma firma de investigações particulares e estava baseado na Argélia, segundo pessoas familiarizadas com a questão. A firma de investigações, Groupe Geos, informa que solicitou a Luc que se demitisse quando descobriu que ele havia concordado em agir como intermediário entre a Renault e outro investigador sem a aprovação dela. Luc não respondeu a recados deixados em seu antigo escritório perto de Argel.

Em dezembro, o diretor do departamento jurídico da Renault, Christian Husson, disse a um colega que tinha "várias peças convergentes de provas" contra Balthazard e duas pessoas que trabalhavam com ele: seu assistente direto Bertrand Rochette e Matthieu Tenenbaum, um executivo de mais baixo escalão no departamento, segundo uma pessoa a par da questão.

A investigação levou a três contas bancárias, embora não esteja claro por que os investigadores da Renault consideraram as contas suspeitas. Uma tinha sido aberta em março de 2009 na Suíça com dinheiro vindo de uma firma no Chipre, disseram as pessoas. A segunda tinha sido aberta em fevereiro de 2010 em Liechtenstein e também tinha dinheiro proveniente de uma empresa do Chipre. A segunda conta foi usada para transferir dinheiro para uma terceira conta, na Suíça, por meio de uma empresa suíça, disseram as pessoas. Não está claro quem alertou a Renault sobre a existência das contas.

Em 3 de janeiro, o Technocentre, o departamento da Renault que cuida da operação de carros elétricos, estava preparando-se para uma visita de Besson, o ministro da Indústria. A Renault pretendia mostrar uma nova série de veículos elétricos que planejava apresentar no mesmo ano.

Balthazard, que tinha 31 anos de Renault e era um dos cérebros por trás da operação de carros elétricos da empresa, estava em seu escritório às 8h quando recebeu um telefonema do diretor executivo de engenharia e qualidade chamando-o para uma reunião privativa.

"Michel, estamos acusando você de corrupção num grupo organizado, de ameaçar os interesses da Renault e por fim [trabalhar] para uma potência estrangeira", disse Jean-Yves Coudriou, diretor de gestão de altos executivos, segundo o advogado de Balthazard. "Você terá de explicar por que fez isso."

Balthazard respondeu que não entendia do que as acusações se tratavam. "Depois de dez minutos, me dei conta de que havia caído em algo inimaginável", disse Balthazard depois a seu advogado, segundo este. A reunião terminou às 8h30.

A Renault se negou a tornar Coudriou disponível para comentar a questão.

Balthazard tinha um cargo no comitê diretivo da empresa e um salário anual, com bônus, de 300.000 euros, com o qual havia comprado um apartamento em Paris e uma casa de campo.

"Não acho que eu tenha nenhum inimigo", disse ele ao WSJ. "Algumas pessoas gostam de você, outras não. Mas não acho que tinha nenhum inimigo na empresa."

Momentos depois que Balthazard foi confrontado, houve uma reunião parecida com Rochette e Tenenbaum. "Sabemos o que você fez. Seus cúmplices já confessaram, por isso não adianta negar. Você deveria pedir demissão", disse o chefe do departamento jurídico a Tenenbaum, segundo uma pessoa a par da questão.

Todos os três negaram qualquer irregularidade e abriram processos alegando difamação e calúnia.

Dias depois, a Renault anunciou à imprensa que havia descoberto uma tentativa de espionagem industrial. A funcionários do governo francês, a montadora afirmou que havia provavelmente um ângulo chinês para a espionagem, segundo uma pessoa ligada ao governo. Um porta-voz do Ministério de Relações Exteriores da China negou furiosamente as acusações.

Pélata, o diretor operacional, disse à imprensa que a informação supostamente divulgada ao exterior não tinha nada a ver com nenhum aspecto técnico da operação de carro elétrico, como a fórmula dos químicos usados na bateria. Em vez disso, disse, era o modelo econômico da empresa para elétricos. Na televisão, Ghosn disse que a empresa tinha "inúmeras provas de irregularidades".

Diretores da Renault disseram à polícia francesa que não foi Luc, o ex-militar, quem coletou a informação que alegadamente incriminava Balthazard e seus dois colegas, segundo pessoas a par da questão. Mas eles se recusaram a revelar sua fonte, disseram as pessoas.

Autoridades de Liechtenstein receberam solicitações sobre a questão das autoridades francesas, mas não encontraram nada relevante para o caso, segundo uma pessoa a par do assunto.

Dois meses depois, Balthazard diz estar confiante de que a empresa não conseguirá montar um caso contra ele. Mas apesar de Pélata ter dito que a empresa recontrataria os executivos caso a investigação não prove nada, Balthazar não quer mais saber de trabalhar na empresa.

"Sem chance de trabalhar com esse pessoal de novo", diz.

China quer autocarro eléctrico made in Portugal

O grupo industrial chinês BYD (Build Your Dreams) está interessado em Portugal. "Queremos vender automóveis eléctricos no mercado português, mas também estamos abertos a montar um projecto industrial destinado a produzir os nossos autocarros eléctricos", declarou o director-geral sénior da BYD Henry Li, à margem do Salão Automóvel de Genebra, ao semanário Expresso.

"Creio que há possibilidade de estudarmos formas de cooperação com unidades industriais portuguesas para fabricarmos autocarros no mercado português", adiantou.

"A actual política promovida pelo Governo português incentiva a utilização dos veículos eléctricos, o que torna Portugal num dos países mais atractivos da Europa ao nível da rede de infraestruturas para a mobilidade eléctrica", justificou o responsável da BYD, referindo-se à rede Mobi.e. Portugal é um dos únicos países que já dispõe de um sistema uniformizado e de acesso universal de carregamentos eléctricos, contando ainda com um pacote de incentivos fiscais à compra de carros eléctricos.

A chinesa BYD comercializou 520.000 veículos convencionais em 2010 e mais de mil unidades eléctricas no gigante asiático, e é um dos grupos industriais que mais aposta a nível mundial no crescimento do sector eléctrico.

BYD chega a Portugal em 2012

De acordo com o Diário Económico, os carros chineses da BYD, fabricante automóvel representada em Portugal pela Hipogest, vão entrar no mercado europeu em 2012. "O veículo e6-Eco conseguiu a homologação na Europa e chegará a Portugal no próximo ano", revelou Duarte Guedes, administrador da Hipogest.

Numa fase inicial, a empresa liderada por Hipólito Pires irá avançar com alguns projectos-piloto com câmaras municipais e empresas como a EDP, que já contactou. "Os veículos eléctricos estão na ordem no dia. Como tal, é o momento certo para apresentarmos a marca ao mercado nacional", reforça o administrador da Hipogest.

Um dos modelos na calha é o E6-Eco 2012, um ‘crossover' de cinco lugares, que está equipado com uma bateria de ferro da BYD e tem uma autonomia prevista de 300 quilómetros em estrada urbana. Para carregar este veículo eléctrico são precisos apenas 40 minutos, com um carregador rápido de 100 KW.

Além deste modelo, aguardam ainda "autorização" para andar nas estradas europeias os S6DM SUV, o primeiro todo-o-terreno eléctrico com tracção integral, e o e-Bus K9, um autocarro movido a electricidade com bateria de ferro.

Rede de carregamento avança em Bragança

Bragança começa a receber os primeiros pontos de carregamento eléctricos. A cidade que integra a Rede Piloto MOBI.E – rede inteligente de pontos de carregamento para veículos eléctricos – tem já instalados dois pontos de carregamento, mas a curto prazo a rede municipal será alargada, avança o jornal regional Nordeste, citado pelo portal MOBI.E.

O presidente da Câmara Municipal de Bragança, Jorge Nunes, afirma que foram definidas "quatro áreas para a instalação de pontos de abastecimento", mas que no futuro vão ser alargadas, uma vez que se trata de um "projecto experimental".

Segundo autarca, foram criados incentivos aos veículos eléctricos, tais como "isenções nos parques de estacionamento subterrâneos e renovação da frota automóvel" do município, em que "uma percentagem dos veículos adquiridos deverão ser eléctricos", cita o Nordeste.

Jorge Nunes acredita que os veículos eléctricos são o meio de transporte do futuro, uma vez que permitem deslocações a baixo custo, e salienta ainda o pioneirismo da cidade na área da mobilidade eléctrica, sendo "um dos cinco municípios no país com transportes eléctricos no centro histórico".

Incentivos à compra de veículos eléctricos

O Governo português concede actualmente um benefício fiscal de 5.000 euros aos primeiros 5.000 novos proprietários de carros eléctricos. Caso o comprador entregue outro veículo para abate, o desconto pode subir até aos 6.500 euros. A medida, anunciada em 2010, mantém-se em 2011 apesar dos constrangimentos financeiros do país e está inscrita no Orçamento de Estado entretanto aprovado.

Modelos abrangidos pelos incentivos

De acordo com a Portaria 468/2010 de 7 de Julho, os veículos eléctricos que cumprem os requisitos definidos por lei que estão abrangidos pelo programa de benefícios fiscais são:



Smart 451 EV e 451 E (variantes cabrio e coupe)
Renault Fluence Z.E.
Mitsubishi i-Miev
Nissan Leaf
Citroën C-Zero
Peugeot ION
Mercedes Classe A E-CELL

Isenção de impostos

Os veículos eléctricos estão isentos do pagamento quer do ISV - Imposto sobre Veículos quer do IUC - Imposto Único de Circulação.


Deduções para empresas

A aquisição de veículos eléctricos permitirá realizar deduções em sede de IRC. As despesas com VEs estão isentas da tributação autónoma que se aplica aos veículos de empresa. Esta isenção não se aplica nem no caso de veículos híbridos nem no caso de motores de combustão.

O código do IRC prevê ainda um aumento da taxa de depreciação permitida para VEs face aos veículos com motores de combustão interna.

Documentação legal

Incentivos de 5.000 euros - DL 39/2010 de 26 de Abril
Modelos abrangidos - Portaria 468/2010 de 7 de Julho
Incentivos para abate - Art.º 38.º do DL 39/2010, de 26 de Abril
Deduções para empresas - Artigo 88.º do Código do Imposto sobre o Rendimento das Pessoas Colectivas
Depreciação para efeitos fiscais - Artigo 34.º do Código do Imposto sobre o Rendimento das Pessoas Colectivas e Artigo 1.º da Portaria n.º 467/2010 de 7 de Julho

Consulte os preços dos veículos eléctricos disponíveis em Portugal

Fonte: Mobi.e

Preços dos veículos eléctricos em Portugal

Existem presentemente sete modelos de automóveis eléctricos em comercialização ou em pré-reserva em Portugal que, segundo o Estado, cumprem todos os requisitos para serem abrangidos pelo programa de benefícios fiscais (que concede descontos até 6.500 euros).

São estes, e de acordo com a Portaria 468/2010 de 7 de Julho:


Smart 451 EV e 451 E (variantes cabrio e coupe)
Renault Fluence Z.E.
Mitsubishi i-Miev
Nissan Leaf
Citroën C-Zero
Peugeot ION
Mercedes Classe A E-CELL

Os preços

Uma vez que alguns destes veículos ainda só foram vendidos a clientes empresariais, nem todos os modelos têm à data o seu preço final publicamente divulgado. Outras marcas indicam o valor claramente nos respectivos sites:

Os Smart eléctricos são comercializados em sistema de leasing a 4 anos (ou 60.000 km). Na Alemanha, a mensalidade situa-se nos 700 euros. Em Portugal, o valor não é divulgado pela marca, que contudo indica que rondará os números alemães (link Smart). Para já, a Smart conta a Câmara Municipal de Lisboa entre os seus clientes empresariais.

O Renault Fluence ZE é vendido em Portugal a 21.620 euros, indica a marca francesa (22.000 € + IVA a 21% - 5.000 € de incentivo do Estado). O aluguer mensal da bateria custa 79 euros. (link Renault)

O Mitsubishi i-Miev é comercializado no território português a 35.250 euros, IVA incluído (link Mitsubishi).

O Nissan Leaf custa 30.850 euros já com o incentivo de 5.000 euros. Este foi o primeiro veículo eléctrico de última geração a ser vendido a empresas portuguesas (e ao Governo), no final de 2010. A Nissan prevê entregar os primeiros Leaf a particulares ainda durante o primeiro trimestre de 2011, segundo o site da marca em Portugal.

Sem indicação clara por parte da marca, o preço do Citroën C-Zero é estimado em cerca de 36.000 euros, antes do desconto de 5.000 euros (site).

O Peugeot ION, cujas primeiras unidades já foram entregues em Portugal, é comercializado a 31.350 euros (site da marca).

O Mercedes Classe A E-CELL tem um preço indicado de 24.314 euros (link).

Clique aqui para consultar os benefícios fiscais disponíveis para particulares e empresas e a documentação legal associada

Comprar um veículo eléctrico em Portugal

Já é possível comprar um carro eléctrico em Portugal? Sim. Desde Dezembro de 2010, foram comercializadas várias dezenas de veículos eléctricos no nosso país, a maioria adquiridas por clientes empresariais. Os particulares também já podem reservar qualquer um dos sete modelos disponíveis no mercado luso e beneficiar de um benefício fiscal que pode chegar aos 6.500 euros.

A rede portuguesa de suporte aos veículos eléctricos também já está em marcha. Até ao Verão de 2011, o consórcio Mobi.e conta instalar 1.300 postos de abastecimento normal e 50 postos rápidos em todo o país.

Incentivos

O Governo português concede um benefício fiscal de 5.000 euros aos primeiros 5.000 novos proprietários de carros eléctricos. Caso o comprador entregue outro veículo para abate, o desconto pode subir até aos 6.500 euros. A medida, anunciada em 2010, mantém-se em 2011 apesar dos constrangimentos financeiros do país e está inscrita no Orçamento de Estado entretanto aprovado. Os veículos eléctricos estão ainda isentos do ISV (imposto sobre veículos) e do IUC (imposto único de circulação). Para as empresas, a compra de carros eléctricos é dedutível em sede de IRC (os híbridos não estão abrangidos pela medida). Informações e documentação legal disponível em Mobi.e

Modelos abrangidos pelos incentivos

De acordo com a Portaria 468/2010 de 7 de Julho, os veículos eléctricos que cumprem os requisitos definidos por lei que estão abrangidos pelo programa de benefícios fiscais são:

Smart 451 EV e 451 E (variantes cabrio e coupe)
Renault Fluence Z.E.
Mitsubishi i-Miev
Nissan Leaf
Citroën C-Zero
Peugeot ION
Mercedes Classe A E-CELL


Preços dos veículos eléctricos

Os Smart eléctricos são comercializados em sistema de leasing a 4 anos (ou 60.000 km). Na Alemanha, a mensalidade situa-se nos 700 euros. Em Portugal, o valor não é divulgado pela marca, que contudo indica que rondará os números alemães (link Smart).

O Renault Fluence ZE é vendido em Portugal a 21.620 euros, indica a marca francesa (22.000 € + IVA a 21% - 5.000 € de incentivo do Estado). O aluguer mensal da bateria custa 79 euros. (link Renault)

O Mitsubishi i-Miev é comercializado no território português a 35.250 euros, IVA incluído (link Mitsubishi).

O Nissan Leaf custa 30.850 euros já com o incentivo de 5.000 euros. Este foi o primeiro veículo eléctrico de última geração a ser vendido a empresas portuguesas (e ao Governo), no final de 2010. A Nissan prevê entregar os primeiros Leaf a particulares ainda durante o primeiro trimestre de 2011, segundo o site da marca em Portugal.

Sem indicação clara por parte da marca, o preço do Citroën C-Zero é estimado em cerca de 36.000 euros, antes do desconto de 5.000 euros (site).

O Peugeot ION, cujas primeiras unidades já foram entregues em Portugal, é comercializado a 31.350 euros (site da marca).

O Mercedes Classe A E-CELL tem um preço indicado de 24.314 euros (link).

Postos de carregamento em Portugal

Nos próximos meses, e até ao Verão de 2011, está prevista a instalação de 1300 postos de carregamento normal e 50 rápidos de acesso público nas principais cidades portuguesas e nos percursos intermédios. Só em Lisboa está planeada a implatação de 687 pontos de carregamento. A localização destes postos pode ser consultada no site Mobi.e

VIDEO: Nissan EV battery plant in Portugal

From Reuters: Nissan Motor expects to start producing electric vehicle batteries at its new plant in Portugal by the end of next year, and aims for annual output of 50,000 by 2015.

"It's a big step in Nissan's global zero emission strategy," Chief Operating Officer Toshiyuki Shiga said on Friday after the company broke ground on a plant in northern Portugal.

Nissan and its French partner Renault are the most aggressive proponents of battery-powered cars, aiming to become the first in the world to sell them in large numbers with a global rollout of eight models in 2012.

"We are investing 156 million euros to start production in December 2012 and produce 50,000 batteries per year by 2015," Shiga said of the Portugal plant.

The plant, set to employ 200 people, will be one of the main battery supply bases for both Nissan and Renault's EVs, starting with the Leaf model Nissan launched in December.

Nissan started building a plant in Sunderland in the United Kingdom last April with a projected production of 60,000 batteries per year, while Renault's factory in France's Flins targets a total capacity of 100,000 a year.

The company does not rule out selling batteries to other EV manufacturers.

"This plant will produce, for now, for the Renault-Nissan alliance, but given our business stance and environmental values, if other clients are interested, then we are open to selling the batteries," Nissan executive vice-president Carlos Tavares told reporters.

The plant is another step in Nissan's alliance with Portugal, following a deal that will see the Iberian country roll out the world's first nationwide EV charging network, with 1,300 charging points due to be installed by June.

"This is what the country needs -- new factories, new investments, more production and more jobs," Prime Minister Jose Socrates said at the ground-breaking ceremony.