iPhone 4S em Portugal a partir de 629 euros

Já é conhecido o preço do iPhone 4S em Portugal. A Apple vende-o desbloqueado a partir de 629 euros (versão 16GB).

RYNO: Moto eléctrica de uma roda

Tem um sistema de equilíbrio semelhante à Segway e promete competir com a Vespa e as scooters eléctricas.

DeLorean regressa ao futuro

Um novo modelo DeLorean vai sair da linha de montagem na Irlanda do Norte. Agora, eléctrico.

Veículos eléctricos livres de impostos em 2012

Os veículos exclusivamente eléctricos continuam isentos do imposto sobre veículos (ISV) em 2012.

Carro eléctrico: Preços em Portugal

Preços dos veículos eléctricos em comercialização em Portugal.

STAY HUNGRY, STAY FOOLISH!

Vídeo legendado e transcrição do discurso de 2005 de Steve Jobs em Stanford.

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Renault apologises to 'spy' managers

From the AFP: Renault publicly apologised on Monday to three top managers it fired for allegedly selling key electric car secrets to China after it emerged the French automaker may have been the victim of fraud.

Renault Twingo eléctrico chega em 2014

A Renault anunciou a construção de mais um carro eléctrico, o Twingo ZE. Segundo Jacques Bousquet, responsável da divisão italiana da marca francesa, o lançamento da versão eléctrica do Renault Twingo está previsto para o segundo semestre de 2014, noticia o portal Mobi.e, citando o portal Autohoje.

Jacques Bousquet afirmou ainda que o processo de criação deste que já é o quinto modelo eléctrico da marca francesa teve como grande contributo a aliança criada com a construtora alemã Daimler. Segundo o Autohoje, esta parceria "contempla a partilha de uma nova plataforma, que servirá o Twingo e um novo modelo de quatro lugares da Smart".

A adaptação eléctrica a modelos já existentes da marca parece ser uma aposta da Renault, uma vez que a juntar-se ao Twingo ZE estão já o Fluence ZE e a Kangoo Express ZE, modelos que integram a gama ZE da marca do losango.

Mas não tem sido só a Renault a seguir esta tendência, Ford e Smart também adaptaram modelos de combustão interna a versões eléctricas, com o Ford Focus Electric e o Smart Fortwo Electric Drive.

Espionagem na Renault: um falso alarme?

Do Wall Street Journal: Foi uma das alegações de espionagem industrial mais sensacionais já feitas na indústria automobilística mundial: em janeiro, a Renault SA acusou três executivos de vender segredos de tecnologia de carros elétricos.

Houve sugestões de que os compradores eram "os chineses". O ministro francês da Indústria, Eric Besson, disse que o roubo era equivalente a "uma guerra econômica". A Renault suspeitava que o dinheiro recebido estava guardado em contas bancárias na Suíça e em Liechtenstein.

Dois meses depois, a investigação está parecendo mais obra de comediantes. Há cada vez mais sinais de que a Renault apertou o gatilho rápido demais, de acordo com entrevistas com policiais, executivos, advogados e consultores externos. A montadora francesa encontrou poucas provas até agora, dizem essas pessoas.
[Ghosn] European Pressphoto Agency

O caso criou pressão sobre Carlos Ghosn. Segundo uma pessoa, a diretoria está dividida entre lados pró e contra ele

Por exemplo, a Renault não encontrou nenhuma conta bancária secreta ligada aos três executivos, segundo algumas dessas pessoas.

O caso contra os três executivos foi iniciado depois de uma carta anônima enviada em agosto a vários diretores da Renault sobre Michel Balthazard, diretor dos projetos de desenvolvimento da montadora e um de seus executivos mais respeitados. Mas o informante anônimo admitiu ter sérias dúvidas sobre suas próprias alegações.

"Vi Michel Balthazard negociar uma propina (...). Ao longo de várias semanas seu comportamento reforçou minha primeira impressão", escreveu o informante, segundo o advogado de Balthazard. A carta terminava num tom mais cheio de dúvidas: "Naturalmente, não tenho prova (...), mas se tudo isso estiver errado eu sou paranóico."

Balthazard e dois outros executivos foram demitidos quando a Renault decidiu fazer o que considerava controle de danos para o que é possivelmente seu negócio mais importante para o futuro — os carros elétricos. A Renault também entrou com queixa criminal num tribunal de Paris.

Todos os três executivos declararam repetida e veementemente sua inocência. "Depois de 30 anos, nenhum dos principais executivos mostrou nenhuma confiança em mim", disse Balthazard ao Wall Street Journal, acrescentando que ainda estava estupefato com as acusações contra ele.

Entre a série de perguntas sem resposta sobre a o caso está esta: quem enviou a carta anônima, e a quem os executivos acusados venderam os segredos empresariais?

Na Renault, executivos começaram a considerar a possibilidade de que podem ter sido enganados e agido rápido demais.
[Renault] Agence France-Presse/ Getty Images

Michel Balthazard diz estar ainda estupefato com as acusações contra ele

Numa entrevista ao jornal "Le Figaro" na semana passada, o diretor de operações da Renault, Patrick Pélata, disse que a empresa pode ter sido enganada e deu a entender que pediria demissão se a investigação em curso não provar nada. "Nós aceitaríamos as consequências até o nível mais alto na companhia, ou seja, eu", disse.

Pélata é amplamente considerado a face da Renault na França, mas a pressão está aumentando também sobre Carlos Ghosn, o franco-brasileiro que preside tanto a Renault quanto sua filiada japonesa Nissan Motor Co., dizem analistas.

A falta de provas conclusivas no caso deixou a diretoria da Renault dividida entre "lados pró-Ghosn e anti-Ghosn", segundo uma pessoa ligada ao conselho da montadora. "O ar está irrespirável na empresa. (...) Todo mundo suspeita que seu vizinho de escritório pode ser o informante secreto."

Uma porta-voz da Renault disse que as pessoas estavam um pouco nervosas na empresa, mas que não havia sinais de a equipe ficando "pró ou contra quem quer que seja".

Uma má condução da investigação pode ser constrangedora para o governo francês, que tem 15% da Renault. Na semana passada, a ministra francesa da Economia, Christine Lagarde, sugeriu que a investigação havia até o momento se mostrado inconclusiva e pediu que os principais executivos da Renault "arquem com as consequências" de qualquer equívoco da investigação.

Segundo o advogado de Balthazard, a carta anônima que motivou a investigação dizia em parte: "Não aguento ver gente que ganha bem roubar mais dinheiro, o que também acabará prejudicando a Renault e seus funcionários."
[Renault] Reuters

Bertrand Rochette, outro dos acusados, era assistente direto de Balthazard

O departamento de segurança interna da Renault lançou uma investigação e contratou o ex-militar francês Michel Luc, que trabalhava para uma firma de investigações particulares e estava baseado na Argélia, segundo pessoas familiarizadas com a questão. A firma de investigações, Groupe Geos, informa que solicitou a Luc que se demitisse quando descobriu que ele havia concordado em agir como intermediário entre a Renault e outro investigador sem a aprovação dela. Luc não respondeu a recados deixados em seu antigo escritório perto de Argel.

Em dezembro, o diretor do departamento jurídico da Renault, Christian Husson, disse a um colega que tinha "várias peças convergentes de provas" contra Balthazard e duas pessoas que trabalhavam com ele: seu assistente direto Bertrand Rochette e Matthieu Tenenbaum, um executivo de mais baixo escalão no departamento, segundo uma pessoa a par da questão.

A investigação levou a três contas bancárias, embora não esteja claro por que os investigadores da Renault consideraram as contas suspeitas. Uma tinha sido aberta em março de 2009 na Suíça com dinheiro vindo de uma firma no Chipre, disseram as pessoas. A segunda tinha sido aberta em fevereiro de 2010 em Liechtenstein e também tinha dinheiro proveniente de uma empresa do Chipre. A segunda conta foi usada para transferir dinheiro para uma terceira conta, na Suíça, por meio de uma empresa suíça, disseram as pessoas. Não está claro quem alertou a Renault sobre a existência das contas.

Em 3 de janeiro, o Technocentre, o departamento da Renault que cuida da operação de carros elétricos, estava preparando-se para uma visita de Besson, o ministro da Indústria. A Renault pretendia mostrar uma nova série de veículos elétricos que planejava apresentar no mesmo ano.

Balthazard, que tinha 31 anos de Renault e era um dos cérebros por trás da operação de carros elétricos da empresa, estava em seu escritório às 8h quando recebeu um telefonema do diretor executivo de engenharia e qualidade chamando-o para uma reunião privativa.

"Michel, estamos acusando você de corrupção num grupo organizado, de ameaçar os interesses da Renault e por fim [trabalhar] para uma potência estrangeira", disse Jean-Yves Coudriou, diretor de gestão de altos executivos, segundo o advogado de Balthazard. "Você terá de explicar por que fez isso."

Balthazard respondeu que não entendia do que as acusações se tratavam. "Depois de dez minutos, me dei conta de que havia caído em algo inimaginável", disse Balthazard depois a seu advogado, segundo este. A reunião terminou às 8h30.

A Renault se negou a tornar Coudriou disponível para comentar a questão.

Balthazard tinha um cargo no comitê diretivo da empresa e um salário anual, com bônus, de 300.000 euros, com o qual havia comprado um apartamento em Paris e uma casa de campo.

"Não acho que eu tenha nenhum inimigo", disse ele ao WSJ. "Algumas pessoas gostam de você, outras não. Mas não acho que tinha nenhum inimigo na empresa."

Momentos depois que Balthazard foi confrontado, houve uma reunião parecida com Rochette e Tenenbaum. "Sabemos o que você fez. Seus cúmplices já confessaram, por isso não adianta negar. Você deveria pedir demissão", disse o chefe do departamento jurídico a Tenenbaum, segundo uma pessoa a par da questão.

Todos os três negaram qualquer irregularidade e abriram processos alegando difamação e calúnia.

Dias depois, a Renault anunciou à imprensa que havia descoberto uma tentativa de espionagem industrial. A funcionários do governo francês, a montadora afirmou que havia provavelmente um ângulo chinês para a espionagem, segundo uma pessoa ligada ao governo. Um porta-voz do Ministério de Relações Exteriores da China negou furiosamente as acusações.

Pélata, o diretor operacional, disse à imprensa que a informação supostamente divulgada ao exterior não tinha nada a ver com nenhum aspecto técnico da operação de carro elétrico, como a fórmula dos químicos usados na bateria. Em vez disso, disse, era o modelo econômico da empresa para elétricos. Na televisão, Ghosn disse que a empresa tinha "inúmeras provas de irregularidades".

Diretores da Renault disseram à polícia francesa que não foi Luc, o ex-militar, quem coletou a informação que alegadamente incriminava Balthazard e seus dois colegas, segundo pessoas a par da questão. Mas eles se recusaram a revelar sua fonte, disseram as pessoas.

Autoridades de Liechtenstein receberam solicitações sobre a questão das autoridades francesas, mas não encontraram nada relevante para o caso, segundo uma pessoa a par do assunto.

Dois meses depois, Balthazard diz estar confiante de que a empresa não conseguirá montar um caso contra ele. Mas apesar de Pélata ter dito que a empresa recontrataria os executivos caso a investigação não prove nada, Balthazar não quer mais saber de trabalhar na empresa.

"Sem chance de trabalhar com esse pessoal de novo", diz.

Renault Twizy could cost less than 7.000 euros

From the Renault-Nissan blog: Great press conference at the Geneva auto show from Renault’s design chief Laurens Van Den Acker who took the limelight to unveil two new concepts – and the pricing for the Twizy EV, a price that took most observers by surprise.

There wasn’t enough room on the stand for all the journalists who wanted to attend and they spilled over onto adjacent stands; here was a good indication of the high expectation that something special was going to be unveiled. And Laurens and the design team didn’t disappoint.

But first the hot news was that the Twizy EV will cost from €6,990; to lease the battery is just €45 a month, so not much more than some people pay for their monthly mobile phone charges.

Twizy goes on sale at selected Renault dealers in Europe from the end of this year. The two concepts, R-Space and Captur, show how the synergies within the Alliance can really help both Renault and Nissan.

The R-Space is the third concept car to be completed under the direction of Laurens and represents the "Family" stage in the company’s new design strategy.
R-Space is powered by an Alliance-developed turbocharged three-cylinder, 110 hp, 900cc petrol engine mated to an Efficient Dual Clutch transmission (EDC). This engine previews the new range of Alliance modular TCe engines, Energy TCe, which Renault will begin launching next year. Its CO2 emissions have been kept to just 95g/km, equivalent to fuel consumption of just 3.7 litres/100km.

The Captur is a crossover concept. It uses a twin-turbo engine-concept, developed from the new 1.6 dCi, Energy dCi 130. Downsizing is a key element in Renault’s strategy to meet its declared objective of being Europe’s leading automaker with regard to CO2 emissions.

The range of electric vehicles will run alongside internal-combustion engined models that combine performance with contained fuel consumption. This Energy dCi Concept engine fits perfectly within this strategy. It produces 118kW (160hp) from a capacity of 1.6 litres. Paired with a dual clutch EDC gearbox, this driveline promises genuinely enjoyable driving with CO2 emissions of 99g/km.

Comprar um veículo eléctrico em Portugal

Já é possível comprar um carro eléctrico em Portugal? Sim. Desde Dezembro de 2010, foram comercializadas várias dezenas de veículos eléctricos no nosso país, a maioria adquiridas por clientes empresariais. Os particulares também já podem reservar qualquer um dos sete modelos disponíveis no mercado luso e beneficiar de um benefício fiscal que pode chegar aos 6.500 euros.

A rede portuguesa de suporte aos veículos eléctricos também já está em marcha. Até ao Verão de 2011, o consórcio Mobi.e conta instalar 1.300 postos de abastecimento normal e 50 postos rápidos em todo o país.

Incentivos

O Governo português concede um benefício fiscal de 5.000 euros aos primeiros 5.000 novos proprietários de carros eléctricos. Caso o comprador entregue outro veículo para abate, o desconto pode subir até aos 6.500 euros. A medida, anunciada em 2010, mantém-se em 2011 apesar dos constrangimentos financeiros do país e está inscrita no Orçamento de Estado entretanto aprovado. Os veículos eléctricos estão ainda isentos do ISV (imposto sobre veículos) e do IUC (imposto único de circulação). Para as empresas, a compra de carros eléctricos é dedutível em sede de IRC (os híbridos não estão abrangidos pela medida). Informações e documentação legal disponível em Mobi.e

Modelos abrangidos pelos incentivos

De acordo com a Portaria 468/2010 de 7 de Julho, os veículos eléctricos que cumprem os requisitos definidos por lei que estão abrangidos pelo programa de benefícios fiscais são:

Smart 451 EV e 451 E (variantes cabrio e coupe)
Renault Fluence Z.E.
Mitsubishi i-Miev
Nissan Leaf
Citroën C-Zero
Peugeot ION
Mercedes Classe A E-CELL


Preços dos veículos eléctricos

Os Smart eléctricos são comercializados em sistema de leasing a 4 anos (ou 60.000 km). Na Alemanha, a mensalidade situa-se nos 700 euros. Em Portugal, o valor não é divulgado pela marca, que contudo indica que rondará os números alemães (link Smart).

O Renault Fluence ZE é vendido em Portugal a 21.620 euros, indica a marca francesa (22.000 € + IVA a 21% - 5.000 € de incentivo do Estado). O aluguer mensal da bateria custa 79 euros. (link Renault)

O Mitsubishi i-Miev é comercializado no território português a 35.250 euros, IVA incluído (link Mitsubishi).

O Nissan Leaf custa 30.850 euros já com o incentivo de 5.000 euros. Este foi o primeiro veículo eléctrico de última geração a ser vendido a empresas portuguesas (e ao Governo), no final de 2010. A Nissan prevê entregar os primeiros Leaf a particulares ainda durante o primeiro trimestre de 2011, segundo o site da marca em Portugal.

Sem indicação clara por parte da marca, o preço do Citroën C-Zero é estimado em cerca de 36.000 euros, antes do desconto de 5.000 euros (site).

O Peugeot ION, cujas primeiras unidades já foram entregues em Portugal, é comercializado a 31.350 euros (site da marca).

O Mercedes Classe A E-CELL tem um preço indicado de 24.314 euros (link).

Postos de carregamento em Portugal

Nos próximos meses, e até ao Verão de 2011, está prevista a instalação de 1300 postos de carregamento normal e 50 rápidos de acesso público nas principais cidades portuguesas e nos percursos intermédios. Só em Lisboa está planeada a implatação de 687 pontos de carregamento. A localização destes postos pode ser consultada no site Mobi.e

VIDEO: Nissan EV battery plant in Portugal

From Reuters: Nissan Motor expects to start producing electric vehicle batteries at its new plant in Portugal by the end of next year, and aims for annual output of 50,000 by 2015.

"It's a big step in Nissan's global zero emission strategy," Chief Operating Officer Toshiyuki Shiga said on Friday after the company broke ground on a plant in northern Portugal.

Nissan and its French partner Renault are the most aggressive proponents of battery-powered cars, aiming to become the first in the world to sell them in large numbers with a global rollout of eight models in 2012.

"We are investing 156 million euros to start production in December 2012 and produce 50,000 batteries per year by 2015," Shiga said of the Portugal plant.

The plant, set to employ 200 people, will be one of the main battery supply bases for both Nissan and Renault's EVs, starting with the Leaf model Nissan launched in December.

Nissan started building a plant in Sunderland in the United Kingdom last April with a projected production of 60,000 batteries per year, while Renault's factory in France's Flins targets a total capacity of 100,000 a year.

The company does not rule out selling batteries to other EV manufacturers.

"This plant will produce, for now, for the Renault-Nissan alliance, but given our business stance and environmental values, if other clients are interested, then we are open to selling the batteries," Nissan executive vice-president Carlos Tavares told reporters.

The plant is another step in Nissan's alliance with Portugal, following a deal that will see the Iberian country roll out the world's first nationwide EV charging network, with 1,300 charging points due to be installed by June.

"This is what the country needs -- new factories, new investments, more production and more jobs," Prime Minister Jose Socrates said at the ground-breaking ceremony.

Ghosn says Renault spies 'leaked electric car strategy', not technological secrets

From the AFP: Alleged spying at French car maker Renault targeted its business strategy for electric cars rather than technological secrets, its chief executive said in an interview published Sunday.

"We have come to the conclusion that what got out was not technological information. It could be information on our economic model," the company's boss Carlos Ghosn was quoted as saying by French weekly Le Journal du Dimanche.

"What was targeted was our strategy for the electric cars," he added in the interview, saying that Renault was the only company making all three key elements for the electric car -- batteries, motors and chargers.

Renault and its Japanese partner Nissan have staked their future on electric vehicles and plan to launch several models by 2014 to meet rapidly rising demand for more environmentally friendly methods of transport.

They have invested four billion euros in the programme.

Ghosn was speaking out for the first time since the affair broke two weeks ago.

Renault has sacked three top managers over alleged industrial espionage and has launched legal action. The three executives have said they are suing over the allegations.

Ghosn said Renault had launched an internal probe in August but waited until this month to alert the authorities because "we had to do preliminary research ourselves to get an idea how serious the affair was."

He said he was "surprised and shocked" by the affair but insisted that in investigating it "we have been irreproachable under the law."

He declined to give a view of who might have benefited from the leaking of strategic information. Media reports and analysts have said Chinese companies are suspected but the Chinese government angrily denied this.

"We are waiting for the results of the investigation (launched by the French secret services) which I am told should last several months," Ghosn told the newspaper.

UPDATE: Renault electric car espionage suspect was in 30-member panel headed by Carlos Ghosn

French carmaker Renault has said that suspected industrial espionage against its business poses a serious threat to its "strategic assets".

The statement comes a day after Renault suspended three senior managers after an investigation into the possible leaking of electric vehicle secrets.

Commenting on the matter, French Industry Minister Eric Besson warned the country was facing "economic war". Mr Besson said the situation at Renault "appears serious".

"The expression 'economic war', while sometimes outrageous, for once is appropriate," he told France's RTL radio station. "It appears to concern the electric car, but I do not want to go further."

Mr Besson said he was calling for French companies which received public funds to improve their security.

Sources said that those suspended had all headed electric vehicles projects and one was a member of the company's management committee, a 30-strong panel of top managers headed by chief executive Carlos Ghosn. The suspension without pay of the staff is a first step towards possible disciplinary action. The three were required to leave their offices on Monday, the sources said.

Renault plans to launch electric versions of its Fluence model priced at about 25,000 euros (34,000 dollars) and its Kangoo Express for about 20,000 euros in mid-2011, and its smaller Twizy and Zoe models in late 2011 and 2012. It forecasts that electric cars will make up 10 percent of the market by 2020. Along with its Japanese partner Nissan, it is investing 200 million euros a year in the programme.

Nissan has already launched an all-electric car for the mass market, the Leaf, in Japan and the United States, where it sold out on pre-orders. The Leaf is set to be launched in select European markets in early 2011.

Other major car makers are in on the act, preparing to launch electric cars. Among Renault's French competitors, Citroen is making the C-Zero and Peugeot the iON. Tata of India is preparing to launch the Vista EV. Mercedes-Benz of Germany has an electric smart car, the Fortwo ED, while in Japan Mitsubishi has the iMiEV and Toyota the Prius Plug-in.

This is in contrast to rivals such as General Motors and Toyota, the world's two largest carmakers, which are instead investing heavily in hybrid vehicles, which use both an electric and a petrol engine.

Sources: BBC and AFP

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Renault's electric vehicle programme target of espionage

From Reuters: French carmaker Renault suspended three executives for suspected industrial espionage after an investigation lasting several months, a source close to the company told Reuters on Wednesday.

A Renault spokeswoman confirmed it suspended three executives on Monday after an "ethical alert" was transmitted to the group's compliance committee in August. But she declined to give further details about the suspensions.

The source close to the company said: "It involves people who were caught red-handed for industrial espionage. It's a matter that has lasted several months already."

The source said the three people involved were senior executives, one of whom was on the company's management committee.

"Renault is a victim in this story. The group is a bit worried about its electric vehicle (EV) programme -- it hopes that its leadership in this technology won't be threatened," the source said.

Renault, with its Japanese alliance partner Nissan Motor Co Ltd (7201.T), is a fierce proponent of EV technology, with the companies jointly investing 4 billion euros ($5.3 billion) in their flagship EV programmes.

A second source close to Renault said an "ethical alert" could mean a fellow employee warning the compliance committee that an individual's behaviour threatened the company.

"It means that at a given moment their personal behaviour, whether in their activity within Renault or in their external dealings, could threaten Renault's internal competencies or indeed its development of projects or products," the source said.

The behaviour in question could involve leaks of information "but not necessarily only that", the source said.

And in French, by France2: Trois hauts cadres du groupe Renault ont été mis à pied en raison de soupçons d'espionnage industriel

Selon des sources proches du dossier, un membre du comité de direction et un cadre travaillant sur le programme des voitures électriques figurent parmi les personnes concernées. Les informations diffusées à l'extérieur concerneraient ce secteur.

Renault a confirmé qu'une alerte éthique avait été transmise fin août au comité de déontologie.


"A la suite de cela, il y a eu une enquête et cette enquête a effectivement conduit à la mise à pied lundi de ces trois cadres", a déclaré une porte-parole de la firme au losange, sans se prononcer sur l'accusation d'espionnage industriel ou sur la présence d'un membre du comité de direction parmi les trois personnes concernées. En droit français, la mise à pied conservatoire, mesure provisoire à durée indéterminée, permet d'écarter le salarié de l'entreprise dans l'attente d'une éventuelle sanction. Le contrat de travail est suspendu et le salarié n'est pas rémunéré.

"C'est une affaire qui dure depuis quelques mois déjà", a commenté une source proche de Renault, sous couvert d'anonymat. "Il s'agit de personnes qui ont été prises la main dans le sac pour espionnage industriel", a-t-elle ajouté.

Une autre source proche du groupe a précisé que l'enquête interne se poursuivait. "Une alerte éthique, cela veut dire qu'à un moment donné, soit dans leur activité interne, soit dans leurs relations avec le monde extérieur à Renault, [les personnes concernées] ont eu un comportement qui peut porter atteinte aux compétences internes du groupe, voire au développement de projets ou de produits", a dit cette source.

Renault va commercialiser en milieu d'année deux modèles en version électrique, la berline familiale Fluence et l'utilitaire Kangoo Express. La gamme électrique du constructeur, partenaire du japonais Nissan, comptera également deux autres modèles: le petit véhicule Twizy et la petite berline Zoe, qui doivent être commercialisés au deuxième semestre de cette année et mi-2012.

"Le groupe s'inquiète un peu pour son programme électrique, il espère que son leadership sur cette technologie ne sera pas menacé", commente une des sources proches du constructeur.

Renault-Nissan signs deal with AXA for Europe-wide roadside assistance for electric vehicles

Renault-Nissan Alliance has selected AXA Assistance to provide roadside assistance
for its electric vehicles in Europe following a call for tender launched in early 2010, the French-Japanese alliance has announced.

The companies declared that the deal will bring electric vehicle customers 'a full set of innovative services specific to the new market', alongside conventional roadside breakdown assistance and towing in the 21 following European countries: France, Germany, Ireland, Italy, Netherlands, Portugal, Spain, UK, Austria, Belgium, Luxembourg, Czech Republic, Denmark, Finland, Greece, Norway, Poland, Slovakia, Slovenia, Sweden and Switzerland.

Customer deliveries of the Alliance's first 100% electric vehicle, the Nissan LEAF have begun in December in the United States, Japan and Portugal, to be followed by other selected markets in Europe. Renault will launch its first three electric models – Kangoo Express Z.E., Fluence Z.E. and Twizy – in the second half of 2011.

VIDEO: Renault ZE electric Santa ad

French carmaker Renault is telling everyone 'the next Christmas is going to be electric'. The Renault Fluence ZE, the Kangoo ZE and the three-seatter Twizy, all scheduled to go on sale in 2011, are briefly featured in this Renault's French television ad, along with the Zoe, expected to debut in 2012.

Earlier this December, Renault suggested that its Fluence ZE electric sedan could go on sale in Portugal for around 22,000 euros (after a 5,000 euros state discount), plus an 80 euros monthly fee for the electric battery. The Kangoo ZE will cost 24,000, plus a 90 euros monthly fee.

The three-seater Renault Twizy, expected to debut in late 2011, will cost around 16,000 euros, about 2,000 less than the Zoe, the french carmaker estimates.

VIDEO: Renault Fluence ZE electric sedan to cost 22,000 euros in Portugal

Renault has revealed the estimated prices for the three electric models the French carmaker will launch in Portugal in 2011. According to Turbo, the Fluence ZE electric sedan will cost 22,000 euros, plus an 80 euros monthly fee for the electric battery. The price reflects a 5,000 euros discount by the Portuguese state, being awarded to the first 5,000 electric vehicle owners.

The Kangoo ZE will cost 24,000, plus a 90 euros monthly fee. The commercial vehicle is not eligible for the passenger car-only state grant.

The three-seater Renault Twizy, expected to debut in late 2011, will cost around 16,000 euros, about 2,000 less than the Zoe, the french carmaker estimates.

Portugal has a nationwide EV charging network. There are currently over one hundred plug-in stations across the territory, and the number will increase to 1.300 until June 2011. Mobi.e's network is the world's only user-focused, inter-operable smart grid to date open to every manufacturer, utility company and private operator, the project's website states.

VIDEO: Renault Fluence ZE e Kangoo ZE a partir de 22.000 euros em Portugal


A Renault divulgou os preços estimados para os veículos eléctricos que a marca francesa vai comercializar a partir de 2011 em Portugal. Segundo a Turbo, o Fluence ZE, familiar de quatro portas, chega ao mercado a partir dos 22 mil euros. O valor inclui o desconto de 5 mil euros concedido pelo Estado aos primeiros 5 mil proprietários de veículos eléctricos em Portugal. Ao preço junta-se uma mensalidade de 80 euros pelo aluguer da bateria de iões de lítio.

O comercial eléctrico Kangoo ZE será comercializado com um preço-base de 24 mil euros. Os compradores deste veículo não terão direito ao desconto de 5 mil euros, uma vez que este apenas abrange ligeiros de passageiros. A mensalidade do aluguer da bateria do Kangoo eléctrico é 10 euros mais elevada que a do Fluence ZE: 90 euros.

O mini-eléctrico de três lugares Renault Twizy, que deverá chegar ao mercado no final de 2011, tem um preço estimado de 16 mil euros. Já o futuro Zoe ficará por 18 mil euros.

Para além dos incentivos estatais à compra de veículos eléctricos, Portugal conta já com uma rede de abastecimento para estes automóveis. A rede Mobi.e é actualmente composta por cerca de uma centena de postos de recarregamento, número que deverá aumentar para 1300 até Junho de 2011.

VIDEO: Renault Twingo 'lesbian' ad causes a buzz in Italy

Sex definitely sells. It hasn't been banned from the Italian airwaves, contrary to what the Daily Mail and the Huffington Post have reported, but Renault Twingo's 'lesbian' TV ad has caused a buzz in Italy and online.

The controversial commercial features two young women exchanging flirtatious glances at a cocktail party before trailing off to a bedroom. The brunette teasingly strips down to black lingerie while the blonde blindfolds her with a silk stocking before stealing the brunette's pink Twingo. 'New Twingo Miss Sixty, Competition is a Female Business', goes the tagline.

State TV RAI and Mediaset, headed by Italian Prime Minister Silvio Berlusconi, did air the ad, but latter drop it. Sky Italy keeps airing the commercial, which has been criticized by gay rights groups. Anyhow, the ad is a hit on YouTube, with the video bellow getting over 340,000 hits in a matter of days.






Renault tests electric Kangoo ZE and Fluence ZE in Lisbon

Portuguese media tested the electric Renault Kangoo ZE and the Renault Fluence ZE this week in Lisbon, as part of Renault's electric roadshow.

The two electric models will debut in the Portuguese market in 2011 from prices starting from 21,620 euros for Fluence ZE, a sedan, and from around 20,000 euros for the Kangoo ZE, the electric version of the popular panel van first launched in 1997.

Somewhen in 2012, Renault expects to launch the ZOE, an EV loosely based on the best-selling Clio, and the Twizy, a two-seater with an expected tag price bellow the 10,000.